Site Oficial | Carnaval 2013
Nascido e criado em Pilares, Maurício Monteiro, mais conhecido como Lico Monteiro começou sua carreira de intérprete em 2002, na Inocentes da Caprichosos. Já na estreia, conquistou o troféu Olhômetro de Melhor Intérprete, prêmio dedicado aos destacados sambistas mirins.
À escola-mãe, ele chegou pouco depois, em 2004, onde ficou até 2009. Tamanha experiência absorvida ao cantar com nada menos que o saudoso Jackson Martins, bem como ao lado de nomes como Serginho do Porto, Zé Paulo Sierra e Clóvis Pê, o fez crescer muito.
Com seu talento cada vez mais exaltado por quem entende do assunto, finalmente chegou o dia de assumir o primeiro microfone de uma agremiação, a Acadêmicos da Abolição. Defendeu o pavilhão verde e o branco da escola em 2007 - mesmo ano em que começou a integrar o carro de som da Unidos de Vila Isabel - e 2008. Passou ainda pela São Clemente e Arranco do Engenho de Dentro.
Em 2010, defendeu as cores da simpática Vizinha Faladeira e, nos dois anos seguintes, o azul-e-branco da Tradição. Nesta última, aliás, ele não só conquistou muitos admiradores como reconhecimento. Em 2011, por exemplo, recebeu o troféu Jorge Lafond de Intérprete Revelação.
Apaixonado pela Caprichosos de Pilares, como declarou à mídia, desde que estava na barriga de sua mãe, Lico a partir de agora terá nova oportunidade de representar sua escola de coração.

Começou sua carreira de intérprete na Lins Imperial, em 1984. Em 86, não só foi a voz da escola como escreveu um enredo para ela. E na rosa e verde do Lins de Vasconcelos ficou até 1991, partindo em seguida para o Salgueiro, onde foi a 2ª voz do irreverente Quinho. Em 93, assim sendo, ’pegou um Ita no Norte‘ e comemorou seu 1º título no Grupo Especial.
Já em 97, continuou defendendo o vermelho e branco, porém, de Niterói, onde cantou com Dominguinhos do Estácio. Neste ano, tamanho ‘big-bang’ na Apoteose lhe rendeu mais um campeonato. Na mesma década, festejou ainda a conquista de dois troféus Estandarte e Ouro como compositor: um em 1995 e outro em 98, ambos pela Portela.
No novo século, a Tradição foi sua nova casa, onde ficou por três anos, fazendo ecoar o samba-enredo em homenagem a Silvio Santos. Apesar do sucesso na azul e branca, quis o destino que Celino retornasse ao Salgueiro. De 2004 a 2009, então, ele assumiu o comando entre os compositores, função que lhe rendeu grande aprendizado no mundo fantástico das escolas de samba.
Em 2010, contudo, um novo ciclo se iniciava. Ele chegou a Unidos da Tijuca para ser a 2ª voz de Bruno Ribas e, de cara, celebrou mais uma vitória. No ano seguinte, lamentou o vice-campeonato, desapontamento que durou pouco, pois voltaria a festejar mais um título em 2012.
Para 2013, Celino Dias reservou um projeto diferente. Além de seguir seu caminho na amarelo-ouro e azul-pavão da Tijuca, aceitou o convite da querida Caprichosos de Pilares, na figura do presidente Cézar Thadeu, para compor o melhor carro de som da Avenida na disputa pelo troféu da Série A. Mas não é só isso. Será justamente ele o responsável por tornar este desejo uma realidade.
Cria de Pilares, Sandro Mota é daqueles que cresceu assistindo e desfrutando os carnavais da Caprichosos. Desfilou na ala das crianças, admirou nomes como Aroldo Melodia e Carlinhos de Pilares, pra citar alguns. Em 1998, finalmente, ele dava início à sua trajetória de intérprete. Como não poderia deixar de ser, tudo começou na Inocentes da Caprichosos.
À escola mãe ele chegou logo no ano seguinte, onde passou a cantar ao lado de nada menos que Jackson Martins. Deste, absorveu não só técnicas de canto como de domínio do palco, além de valores como sempre ouvir os mais velhos e experientes. Apaixonado, naturalmente, pela azul e branca, ele não mais abriu mão de representar o pavilhão da escola.
Entretanto, Sandro fez trabalhos paralelos que muito lhe acrescentaram como profissional. Em 2002 e 2003, defendeu as cores da Engenho da Rainha que, à época, no Grupo C, desfilava na Av. Rio Branco. Primeira voz da agremiação, ele lembra com carinho do apoio do cantor Ciganerey.
Já em 2005 e 2006, foi o primeiro microfone da Acadêmicos da Abolição, escola que também no Grupo C, que passava a exibir-se na Intendente Magalhães. Em 2008, se empenhava pela Unidos do Cabral, atuação que lhe rendeu o Troféu Jorge Lafond de Melhor Intérprete do Grupo C. Seguiu com a agremiação por mais um ano, mas esta teve que dividir seu talentoso intérprete não só com a Caprichosos como com a Unidos de Cosmos, onde ficou até 2011.
Mas 2012 lhe reservava novos desafios, um amigo e orientador. Na Unidos do Cabuçu ganhou mais maturidade, virtude que mostrou no palco da sua Caprichosos de Pilares, fazendo com que o então intérprete da escola, Clóvis Pê, confiasse a ele o primeiro microfone. No mesmo compasso, o presidente Cezar Thadeu assinou embaixo.
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